A noite não adormece nos olhos das mulheres. A lua, em vigília cíclica, observa as marés de gerações. Mães, filhas, mitos e feiticeiras. Fera felina. A noite não adormecerá jamais, em seus olhos. Do sagrado ao profano, com mil possibilidades. Sempre regada no auto-amor, no auto-valor, no auto-cuidado, pra poder cuidar do mundo.
A mulher dentro de cada um, tem sede, e fome. Ser anciã, é viver fogo, água, terra e ar, ao mesmo tempo. Tudo isso, na clareza de uma águia
O espetáculo de dança Mulher do Fim do Mundo traz para o palco e a cena diferentes faces que constroem as mulheridades. Na voz de Arielly Oliveira, três Intérpretes e várias mãos femininas na produção dançam com suas existências, possibilidades e potências, exigindo o direito à dançar com a vida, até (n)o fim.
